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Eu sou assim
June 10

Imagem Corporativa

 
Ultimamente tenho aprendido várias coisas sobre imagem corporativa e é impressionante como as vezes um detalhe pode fazer toda a diferença.
É como aquela velha história da confiança: "demora-se muito tempo para conquistá-la, mas para perdê-la basta um segundo".
Com as empresas também funciona assim. Se um consumidor está satisfeito com o produto ou serviço vai adquirindo confiança na empresa, mas no primeiro passo em falso toda a imagem adquirida ao longo de anos pode ir por água abaixo.
Esses dias li um texto no Blog do André Gomide (http://blog.jornalveiculos.com.br/) que falava sobre isso. Ele cita bastante o caso Volkswagen com relação ao rebatimento do banco do Fox e também fala sobre outros casos da indústria automotiva, que são exemplos do que não se deve fazer, com relação a imagem corporativa.
Segue abaixo texto na integra, com os devidos créditos 
 
 
Por André Gomide
 
"O catastrófico episódio envolvendo o recall do Volkswagen Fox tem tudo para se tornar um case negativo do mundo corporativo. Foi um exemplo de má gestão administrativa, de como não se deve fazer comunicação em grandes empresas, da inabilidade na administração de crises, de como a influência exagerada das gestões estrangeiras pode prejudicar as filiais e por fim dos riscos que se corre por ignorar um preceito primário: de que a melhorar maneira de resolver um problema é encontrar uma solução antes que fique grande demais. Sem dúvida uma avalanche de equívocos que vão virar tema de estudos acadêmicos. E quando isso acontece, as conseqüências custam caro demais, seja para a saúde financeira das empresas, seja para a imagem de marca que fica eternamente arranhada, isto sem falar nos danos físicos e morais causados aos consumidores. 

O caso possivelmente vai virar também um prato cheio para todos os palestrantes e profissionais de media training — incluindo eu mesmo — que vão usar e abusar desse exemplo para ensinar a seus alunos o que não se deve fazer. Casos como esse acontecem com certa freqüência, mas nenhum reúne tanta riqueza.

O mais curioso é que muitos dos executivos de grandes montadoras, e aqui se inclui a Volkswagen, trazem larga experiência de acontecimentos semelhantes que mancharam de maneira profunda a imagem das empresas e mesmo assim incorrem nos mesmos erros. Um dos mais notáveis foi da Mitsubishi do Japão que durante 20 anos enganou centenas de milhares de consumidores de todo o mundo ao esconder defeitos em seus veículos que eram sanados sem o conhecimento do proprietário quando traziam seus carros para as revisões periódicas. Ao ser descoberta e denunciada, a montadora perdeu mercado em várias partes do mundo e ainda teve que passar pelo constrangimento de vir a público dizer que era uma montadora mentirosa. Os efeitos na área financeira foram os menores problemas que enfrentou. Ainda hoje, a Mitsubishi é vista mundialmente (no Brasil os efeitos foram menores) como uma companhia em que não se pode confiar plenamente.

Mas se puxarmos o arquivo, casos semelhantes ocorreram aqui na terra tupiniquim, que poderiam servir de escola. Na década de 90, a Fiat interrompeu o progressivo sucesso de vendas do modelo Tipo por se negar a indenizar uns poucos clientes que tiveram seus carros queimados em incêndios causados por um defeito em uma mangueira do sistema de condução de combustível. A tal mangueira, uma peça com menos de 10 centímetros de comprimento, construída de tecido e borracha, sentia os efeitos das constantes mudanças de temperatura no Brasil, ressecava e permitia o vazamento de combustível. Pronto, estava montado o cenário da catástrofe que traumatizou várias pessoas sem que a Fiat se sensibilizasse para o problema.

Em vez de reconhecer o defeito e buscar uma solução imediata para estancar a onda, a Fiat preferiu tratar o caso de maneira isolada. Em pouco tempo o Tipo virou manchete de revistas e jornais que denunciavam o grave defeito. A notícia de que o carro pegava fogo se espalhou, como toda notícia ruim se espalha, e as vendas, lógico, despencaram. Centenas de milhares de pessoas sentiram no bolso a depreciação do valor do automóvel e há muitos anos o Fiat Tipo carrega o pesado fardo de ser um dos grandes micos do mercado brasileiro.

Lembro ainda de uma conversa solicitada pelo então superintendente da montadora italiana, Severino Mapelli, que me pedia conselhos e sugestões para suavizar a maré negativa que se abatia sobre o modelo e a marca. Mas era tarde demais. Já havia passado o momento certo de indenizar as pessoas que perderam seus carros em incêndios na garagem de suas casas — uma postura que indicaria respeito e sensibilidade junto ao cliente — e de anunciar um recall para trocar a tal borrachinha incendiária. A Fiat Automóveis nunca fez isso e deixou o modelo desaparecer do mercado. Uma das explicações que se aventou na ocasião, embora não assumida pela Fiat, é a que de os chefões lá da Itália negaram o pedido de recall alegando que o problema poderia ser importado para a Europa, onde a frota circulante do modelo era bem maior em relação à do Brasil.

Os exemplos estão aí para quem quiser e tiver interesse em aprender. No final de 1999, a área de pós-venda da Renault, comandada por executivos franceses, anunciou um problema semelhante com o Clio que era importado da Argentina. A mesma borracha, sob forte calor, dilatava e deixava vazar combustível. Ao desligar ou ligar o veículo, uma pequena faísca elétrica era suficiente para iniciar um incêndio. Quando a área interna responsável decidiu fazer a comunicação do problema, 14 modelos já haviam sido consumidor pelas chamas em garagens de clientes.

Fazer com que os executivos franceses aceitassem que a melhor maneira de resolver o problema era não mentir ou esconder da imprensa o que estava acontecendo foi uma das tarefas mais difíceis que enfrentei quando gerenciava a comunicação da montadora. Para agravar o cenário, o lançamento de um modelo de geração superior e de produção local estava programado para dali a quatro meses. Sustentar que o investimento em um recall seria infinitamente mais barato do que correr o risco de ter a imagem do modelo e da marca atingidas de forma vital exigiu grande esforço. Dois anos após, quando já havia me desligado da empresa, o assunto foi esquecido internamente, o recall não foi mantido e o carro voltou a pegar fogo e virar manchete. As vendas do modelo a partir de 2001 despencaram de forma vertiginosa assim como a participação de vendas da montadora.

Uma das missões que um executivo brasileiro deve desempenhar quando trabalha para multinacionais estrangeiras é informar os costumes e particularidades do País e deixar claro quais as conseqüências de uma decisão desastrosa e arrogante. É natural e comum que os executivos treinados nas matrizes dessas empresas tragam consigo, especialmente os mais jovens, forte dose de preconceito e sentimento colonialista. Os mais experientes até assumem uma conveniente postura de humildade frente a este ambiente interno, o que demonstra uma atitude no mínimo simpática. Diante desse quadro, a situação mais freqüente do profissional de nacionalidade local é calar-se e defender seu posto de trabalho. Sustentar uma posição firme frente ao grande chefe com o propósito de defender os interesses da empresa nem sempre é a opção escolhida. No caso do Volkswagen Fox parece ter havido uma conjunção de todos esses fatores, daí sua fartura de ensinamentos.

Curiosamente, a pecinha com defeito do Volkswagen Fox tem custo tão insignificante quanto a tal borrachinha que assombrou a história mercadológica do Fiat Tipo e do Renault Clio. Se tivesse resolvido o problema quando ainda era pequeno — um ensinamento administrativo que ouvi certa vez do grande executivo Antonio Maciel Neto, o brasileiro que galgou a mais alta posição na hierarquia da Ford Motor Company –, a Volkswagen não estaria nessa situação vexatória e não teria de gastar tanto dinheiro por uma questão tão banal.

A lógica que se aplica ao consumidor europeu não serve para o Brasil. Aqui não adianta defender e argumentar que a informação sobre o uso correto da trava está devidamente explicada no manual do proprietário pois essa literatura é a menos lida entre todos os livros editados no País. De certo os chefões alemães da Volkswagen não sabem disso, mas todo brasileiro que entende ou se interessa um pouco por carros conhece essa máxima. E mesmo que o argumento fosse aceito, se o mecanismo feriu uma única pessoa sequer, é porque tem falha no projeto e deveria ser revisto ao primeiro alerta. Infelizmente a montadora assumiu a postura arrogante (depois tentou botar panos quentes), se eximindo de responsabilidade, uma atitude que ainda por cima insultou os consumidores de seus modelos que foram chamados indiretamente de burros.

O desfecho de toda essa história é um recall para mais de 600 mil veículos com um custo absurdamente alto para a empresa e, o que é pior, por conta de uma peça que deve custar centavos na metalúrgica encarregada de produzi-la. Sem contar as indenizações pagas às pessoas que tiveram seus dedos decepados pela trava guilhotina. Um erro tão grande quanto o tamanho da Volkswagen. Sem dúvida uma experiência que a empresa deverá se lembrar por muitos anos. Ou então até o próximo grupo de executivos sem bagagem que assumirem postos de coma."

http://blog.jornalveiculos.com.br/

Outro caso que me recordo é um que envolve a Hyundai, no Brasil representado pela Caoa. Há pouco tempo a ProTeste divulgou uma denúncia de propaganda enganosa envolvendo a venda do veículo Vera Cruz, da Hyundai. Apesar desse caso não ter chegado com tal estardalhaço aos consumidores, nós jornalistas acompanhamos o caso. A questão é que a assessoria de imprensa demorou a se pronunciar e para mim, a imagem da montadora já ficou arranhada. Atualmente, o mesmo grupo vem com publicidade na TV, falando sobre prêmios e qualidade, mas a mim não convence.

É isso que acontece quando o processo de comunicação envolvendo a imagem de uma empresa é falha. Outros casos poderiam ser citados, mas acho que o André Gomide exemplificou muito bem.

Ainda acho com isso, que os profissionais de comunicação deveriam ser mais bem treinados e as corporações deveriam ouvir melhor o departamento de comunicação, porque ele faz toda a diferença.  

June 06

Educação

 
Esses dias um assunto tem sempre voltado a tona em minhas conversas: A situação da educação pública no país.
Pois é... é decepcionante ver com que nível de escolaridade os alunos saem da escola púbica. Muitos não sabem ler, escrever ou fazer contas simples. E eu simplesmente tenho dó.
As vezes no meu trabalho, faço algumas entrevistas e os candidatos sempre tem que preencher uma ficha. E olha o que um rapaz de 17 anos escreveu:
 
Digitalizar0025
 
Reparem que no cargo ele escreveu: Alciliar de Iscritório.
 
Eu escutei várias vezes algumas pessoas dizer que nunca leram um livro completo.. Nenhum..
É definitivamente um absurdo!!!
 
Ai ontem eu vi uma frase de Leonardo Da Vince que achei muito legal:
 
"Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, não sente medo e não se arrepende".
 
Eu, particularmente, não consigo conceber como uma pessoa pode ser assim. Ter acesso a tanta informação e não querer aprender. Eu sempre gostei muito de estudar, me instruir e estar em contato com a arte.
 
Cada cabeça, sua sentença. E cada um colhe os frutos daquilo que planta.
 
May 29

Metô

 
Pra mim a melhor música do Juca é:
 
"Quem vem lá,
Sou eu Tetéia,
Laranja e preto é a Metô que vai jogar.
Laranja e Preto, sinal de guerra.
A Metodista estremece a terra".
 
Mas a que mais tocou foi:
 
"Soy da Gariloucura a mais vibrante,
e com a Metodista eu sigo avante,
pode vir Cásper e Usp que eu arrebento
e com os Mackenzistas nem perco tempo.
Soy Metodista, Soy Metodista meu amor,
Soy Metodista, O meu sangue ferve por vocÊ".
 
May 28

Política FDP

 
Eu fico indignado com algumas notícias que leio, principalmente as que envolvem política e economia.
 
Por exemplo, hoje li duas matéria que me deixaram realmente bravas.
A primeira tem a ver com o desenvolvimento dos Biocombustíveis. Eu acho um absurdo o complô que os outros países têm feito contra o Brasil. Só porque estamos anos luz a frente no desenvolvimento desse tipo de combustível eles vêm dizer que isso pode afetar a Amazonia, que vai faltar comida no mundo e todo aquele lero lero sem sentido.
Em matéria do jornal britânico "The Gardian" é levantada as seguintes questões (http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200805281001_BBB_77006330):

"Mas, acima de tudo, o etanol é visto como uma ameaça às florestas tropicais e à produção de alimentos. Na Indonésia, as plantações de dendê substituíram a floresta tropical e teme-se que a cana de açúcar invada a região da Amazônia, ou provoque um efeito dominó, empurrando a soja e o gado para a floresta virgem, causando mais desmatamento."

O Guardian ainda afirma que as pesquisas sobre o impacto do etanol de cana-de-açúcar na emissão de gases causadores do efeito estufa são conflitantes, com algumas afirmando que o processo em alguns países emite mais gases do que o economizado com o uso do combustível "limpo".

"Em compensação, a empresa de pesquisas brasileira Embrapa concluiu que quando a plantação de cana-de-açúcar substitui a de soja ou pasto para gado, ela absorve muito mais gás carbônico porque tem maior capacidade que outras culturas de converter o gás em biomassa."

Mesmo apresentando esse monte de besteira, como jornalista tenho que admitir que o The Guardian ouviu as duas partes, pelo menos tentou.

Ainda sobre isso preciso dizer que mesmo não sendo muito fã do Lula aplaudi quando ele disse 20º Fórum do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), no Rio de Janeiro: "O mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono e que o dono da Amazônia é o povo brasileiro, são os índios, os seringueiros, os pescadores, somos nós, que somos brasileiros, e que temos consciência de que é preciso diminuir o desmatamento, é preciso diminuir as queimadas".
 
Mas nem tudo é um mar de rosas no governo Lula.. E num é que os fdp(s) querem trazer a CPMF de volta só que agora com o nome de CSS. Eu me diverti muito com a declaração do Paulo Skaf da Fiesp:
 
Paulo Skaf, fez duras críticas à Contribuição Social da Saúde (CSS), nova contribuição defendida pelo governo para ser votada hoje no Plenário da Câmara junto à Emenda 29 (que destina verbas à saúde). "A sigla CSS quer dizer Contra o Seu Salário", disse ele. A sociedade já disse não para esse imposto. O Senado já disse não para esse imposto", disse. Na visão dele, não existe justificativa para o governo querer criar a nova contribuição, já que a cada mês a Receita Federal divulga números recordes de arrecadação de impostos.
 
O Governo quer trazer de volta a CPMF e manter o IOF com as altas taxas.
Quem se ferra com isso é sempre o povo.
 
 
May 27

Tecnologia

 
A tecnologia é um negócio doido né...
Quando você acha que já viu de tudo.. alguma coisa te surpreende.
Desde os celulares, computadores... enfim..
E nós não conseguimos mais viver sem essas coisinhas né.
 
Hoje dei uma matéria que fala sobre uma moto movida a gás, desenvovida por uma empresa energética israelense nas Filipinas.
Ai comecei a pensar, mas como eles colocaram um cilindro de GNV numa moto, afinal para ter autonomia necessária para o dia-a-dia o cilindro e a pressão tem que ser altos.
Ai que aparece a tecnologia, eles desenvolveram uma tecnologia chamada ANG (Adsolvida Gás Natural), que consiste numa superfície com um material microporoso especial que armazena o GNV sem precisar de cilindros grandes e de alta pressão. Eles usaram um carvão, que tem uma superfície porosa para desenvolver isso. Legal né.
A ideia da Energtek (a empresa) é produzir milhares de motos com essa tecnologia e ajudar a reduzir a poluição nas Filipinas, principalmente causada por veículos movidos a motores de dois tempos.
Mas quando chega ao Brasil nem a assessoria de imprensa sabe.
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Outro exemplo é a tecnologia Bicombustível chegando às motocicletas. Tecnologia essa desenvolvida pela Delphi, que por um acaso o Marcel me mandou um release, já que ele trabalha lá. A Amazonas, que vai incorporar essa tecnologia às suas motos ainda não divulga nada a respeito, mas achei a iniciativa muito legal.
 
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 Fora o desenvovimento de biocombustíveis e etc...
 
Enfim
May 21

Histórias do J.U.C.A

 
A primeira vez que ouvi falar sobre o J.U.C.A foi em 2003. Lembro que eu estava no terceiro colegial e já com a convicção de cursar a faculdade de jornalismo e minha professora de redação (A Esli, já falei dela aqui) me colocou em contato com a sobrinha dela, que estudava jornalismo na Cásper. Em nossas conversas ela me explicou um pouco sobre a carreira, o curso, mercado de trabalho e me convidou para conhecer a Faculdade, só que ela me disse:
- Essa semana não tem como você vir aqui, porque estaremos no J.U.C.A. Você sabe o que é o J.U.C.A?
- Não
- São os Jogos Universitários de Comunicação e Artes. A gente viaja pra uma cidade do interior para jogar e curtir.
 
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Mas nesse momento não tive a dimensão do que realmente era o J.U.C.A.
No primeiro ano de faculdade, na primeira semana, os meninos da Atlética foram visitar nossa sala. Lembro que estava lá o Baldin, o Nardelli e o Allan (Acho que o Mau tava também, mas não tenho certeza). Lembro que as meninas prestaram mais atenção nos caras do que no que eles diziam, propriamente dito. E lá surgiu o assunto J.U.C.A, a tal da menina da FIAM que cagou na rua... enfim... mas mesmo assim não tive dimensão do que era o J.U.C.A, tanto que no primeiro ano não fui. Achei que seria uma patifaria e que num ia gostar... além do mais já tinha outra viagem marcada.
Só em 2005 tive noção do que o J.U.C.A representava. Depois de um período de curtição fui ao Universiadas (que foi um mini JUCA) e me empolguei. A zuera, as cervejadas, os amigos que eu fiz, entraram pra história e ficaram em minha memória, minha vida mudou a partir dali e então entendi o espírito do J.U.C.A.
No mesmo ano veio a briga com meus pais e minha fuga de casa para ir ao JUCA, mas essa é uma história que mereceria um post a parte. 2006 foi o ano do pior JUCA da história, em 2007 melhorou... e 2008 promete....
 
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Enfim mais um JUCA.
A torcida insana e organizada.
A bateria arrebentando..
Os times jogando com garra...
As cervejadas, a zuera, os amigos juntos...
A massa laranja, o tsunami.
Definitivamente Soy Metô Soy Metô.
 
E num precisa nem mais durmir e acordar porque já é hoje..
 
see you.. 
May 19

Cervejada

 
Enfim mais um JUCA chegando, e lógico que eu, como ex-cheerloca não poderia faltar aos ensaios de bateria. hahha
Ontem teve cervejada e foi no mínimo engraçado..
O auge foi eu, a Bruninha e a Thaira fazendo versões do hit do JUCA...
 
Ei Thais... tic tic poin... pega no meu Oeee!!! rs (funk)
E ai manu, vou te passar um lero... ei Thais ... pega no meu Oeee (rap)
Thais... pega no meu oeee (reggae)... enfim,,, e muitas outras versões..
 
Ma oe... mamama oee...ei thais pega no meu oeee... ahhha
 
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E a bateria feminina... foi demais... hahaha
 
Mas hj fiquei revoltada com a história da briga do Salsa... esse tal de Thales tinha que ser expulso dos treinos e não poder nem ir no JUCA... que belo filha da puta esse cara....
 
beijos e faltam 2 dias pro JUCA... como diria a Thais é só durmir, acordar, durmir e acorda... que chegou!!
 
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